Elaborada no intuito de contribuir com a divulgação da poesia Pernambucana, bem como utilizar o espaço para entretenimento e diversão.
sábado, 8 de junho de 2013
Caros colegas professores, alunos e demais funcionários da UFPE
Vivemos um momento marcado por indiferenças, ha prioridades essenciais esquecidas pelos responsáveis do gerenciamento da nossa estimada UFPE, nao podemos mais aceitar esta forma burocrática de desenvolver acoes. Observamos um governo federal direcionando suas acoes em favor de uma mega operação superinflacionaria denominada copa do Mundo. Nao estou aqui para reclamar dos progressos que advém pelas suas passagens nos Países, principalmente aqueles subdesenvolvidos, mas sim para abrir um parêntese e expor minha observação para com as providencias tomadas ue devem ser continuas, programadas e conclusivas periodicamente, e nao com construções maravilhosas de elefantes brancos denominados arena. Nossa Saúde vive na UTI ha anos e a nossa Educação nao sabe ser letrada e nem letrar (pois temos péssimas condições de trabalho) aqueles que deveriam saber olhar pelas mesmas instituições que um dia foram suas casas instrutivas e diplomarias. Saibam vocês, nobres participes da UFPE, nossos governantes internos desta Ifes estão se espelhando nas esferas superiores pois so se fala em Ebserh e Sisu, como se nossos problemas tivessem nomes e ofuscassem o dia-a-dia necessário para seu funcionamento.
Parabéns Adufepe por se mostrar atenta aos nossos problemas e saber agir da forma adequada para estar sempre próximo dos nossos professores, prezando uma educação de qualidade e progressista.
http://www.adufepe.com.br/docs/Condicoes_de_trabalho_docente.pdf
Acessem o link e observem os gráficos.
Bom fim de semana a todos.
Prof. Gilberto de Sousa Filho - Diretor da Adufepe Ascom Adufepe
domingo, 26 de maio de 2013
Estrondos e neblinas
Ao contrario de onde venho
Vejo, ouço, e tenho
Tenho pouco, olho muito
Embaçado, quase não vejo
Ouço apenas o estrondo
E neblinado, continuo andando.
Olhando e admirando
Não falo, só penso
Penso belo, penso espasmo
Logo serio, dito errado
E sobressaio de um salto
Algo meio trocado.
Deambulo e não caio
quase certo, todo torto
Nem vi, nem sei
Apenas ouvi e não enxerguei.
sábado, 18 de maio de 2013
Catarse
Olhe, não me entenda mal mas caso queira deslumbrar suas artimanhas baixe sua guarda
Atentamente observe sua situação casual de mero espectador.
Com complacência e virtude não jogue fora sua personalidade
Aumente sobretudo o seu olhar ao redor dos acontecimentos
E sinta-se a vontade de reclamar quando outros teimem em dizer estares errado.
quarta-feira, 17 de abril de 2013
Na última hora
Assim despertei-me no dia
Corrido e cansado
Como se estivesse estado ausente da minha cama
Sabendo que de fato meu corpo estava imerso em sono profundo.
Ao dar-me conta do que acontecia
Vi-me presente em lugares inóspitos
Estranhos as minhas rotinas diárias de compromissos sociais.
Percebi que era algo diferente
Quem sabe mesmo de uma atividade paralela
relativizando uma pluralidade de ações
Das quais não tenho relatórios, pois esqueço.
E como se não houvesse mais nada
Qual surpresa ingrata
Despertei-me na última hora
E a sensação de perda dos fatos foi imediata.
sábado, 13 de abril de 2013
Saudação Indígena
domingo, 7 de abril de 2013
Contemplando
Ainda observo atento quão grande é o infinito
Resplandecente, azul de cetim
Alaranjando ao cansaço de ter estado presente um dia.
Bordas brancas sobrevoam aqui e acolá
Transformando minha imaginação em algo abstrato
Imaginário do começo ao fim.
Não quero estar presente quando o preto adentrar
Por entre margens cinzentas
E cobrir-me com seu desfecho impressionado como olhos fechados
Deixando-me o hoje e encontrando-se com o amanhã.
quinta-feira, 4 de abril de 2013
Eramos jovens e ficaremos velhos
Não só na morosidade passa-se a vida
As realizações são presentes supremos
Conquistados com esforços salutares
Contemplo o momento em que nada era tão simples como parece
E o quão difícil ficou isso após ver aparecer cabelos brancos.
Na passagem natural da maturidade inerente
Vislumbrei a implantação de atos e fatos
Correspondi ao descaso da irresponsabilidade
Dei asas ao mundo imaginário
Alcancei o ápice do irrefletido
Deixei me guiarem a passos lentos.
Hoje observo o entorno do acontecido
Algoz de algo que o bom costume me repreende
Mas não vacilo em firmar posicionamento
Faria igual, cresci com experiência
Deixarei o dom maior culpar-me
E não me arrependerei em afirmar que errei.
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