Elaborada no intuito de contribuir com a divulgação da poesia Pernambucana, bem como utilizar o espaço para entretenimento e diversão.
sexta-feira, 13 de setembro de 2013
domingo, 8 de setembro de 2013
Lá ao longe
Ouço o pássaro ao longe
Por entre brechas nas nuvens
Vi o sol daquela tarde
Com raios resplandecentes
Abrindo caminho para um céu de anil.
Outrora seria a chuva
Passageira, mas deslumbrante
A limpar os vestígios de outono
Carregando o inverno
Projetando a estação das flores.
E assim, primavera
De certo chegastes
Desabrocha tuas flores
Anuncia o verão.
segunda-feira, 19 de agosto de 2013
Ser professor
Ser professor não é ter escolhido uma "péssima carreira" em detrimento de tantos ganhos que outras poderiam te dar; ser professor é ato que transcende o imaginário humano, colocando-o no ponto culminante para tantos hoje inerente entre o conhecer e o executar; é acima de tudo lição de discernimento entre o ajudar e apoiar sem compromisso de troca; por isso tudo, ser professor massageia a alma, acalanta o ego, e inspira o futuro.
Porém tudo isso não é compreendido por todos; ainda há uma visão deturpada da sociedade que atrasa o raciocínio correto de tomadas de decisão, sucateando o que te foi útil em todo o progresso, de onde uns hoje nem lembram o como são tá inteligentes, tão discernentes, tão eficazes.
Ser professor é isso, e digo, ISSO TUDO!!!!
sexta-feira, 16 de agosto de 2013
Pelos lados de lá
segunda-feira, 29 de julho de 2013
CONTEMPLANDO
Ainda observo atento quão grande é o infinito
Resplandecente, azul de cetim
Alaranjado ao cansaço de ter estado presente um dia.
Bordas brancas sobrevoam aqui e acolá
Transformando minha imaginação em algo abstrato
Imaginário do começo ao fim.
Não quero estar presente quando o preto adentrar
Por entre margens cinzentas
E cobrir-me com seu desfecho impressionado como olhos fechados
Deixando-me o hoje e encontrando-me com o amanhã.
Por Gilberto de Sousa Filho, em Antologia Poética
(Concurso Nacional de Novos Poetas - Prêmio Sarau Brasil 2013)
domingo, 28 de julho de 2013
As águas em março, o sonho e a desilusão
Foi em março que iniciei meu retorno
Aqui mesmo, entre recifes de pedras
Naturais que no mar despertou.
Cresci sim, entre outros e tantos
Com gosto do mesmo, ao mar me entreguei
E de tanto insistir dominei suas forças
Que rolam, que chegam, e desfaz-se na praia.
Bons anos passaram, outras praias senti
Sempre contente e em sonhos vivi.
Porém não mais ao reduto primário pude eu voltar
Entre lágrimas e saudades não vi ajudar
Àqueles de fato que iam ao mar
Surf nos recifes das praias de cá
Pois nada fazia além de alertar
Sem sobra de dúvidas soluções não há.
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